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sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Calor em Portugal e Espanha pode quebrar recorde europeu

Onda de calor que castiga região pode levar países a ultrapassar marca histórica de 48ºC de 1977




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domingo, 5 de novembro de 2017

Thalia arrasa com vestido decotado em prêmio nos Estados Unidos

Além de atrair os flashes no tapete vermelho, cantora se apresentou na 29ª edição da premiação musical ‘Premio Lo Nuestro A La Musica Latina’.


Thalia arrasou com vestido decotado em prêmio de música nos Estados Unidos. Além de atrair os flashes no tapete vermelho, a cantora se apresentou na 29ª edição da premiação “Premio Lo Nuestro A La Musica Latina” cantando a música "Todavia te quiero". O cantor Ricky Martin foi uma das outras atrações musicais da cerimônia realizada nesta quinta-feira, 23, em Miami.
Thalia em prêmio de música em Miami, nos Estados Unidos (Foto: John Parra/ Getty Images)

Thalia em prêmio de música em Miami, nos Estados Unidos (Foto: John Parra/ Getty Images)
Thalia em prêmio de música em Miami, nos Estados Unidos (Foto: Johnny Louis/ Getty Images)
Thalia em prêmio de música em Miami, nos Estados Unidos (Foto: John Parra/ Getty Images)

MULHER ROUBA E ESTRUPA TAXISTA APÓS AMEAÇA-LO COM UMA FACA

Essa semana, uma jovem foi presa e aguarda condenação na justiça após abusar sexualmente de um taxista em Findlay, condado de Hancock, em Ohio, nos Estados Unidos. O crime aconteceu no final de janeiro, nas redondezas de um hotel no centro do município. A mulher identificada como Brittany Carter, estava acompanhada de um comparsa de nome Cory Jackson, e de um outro homem que não teve a identidade revelada. Eles teriam chamado por uma corrida de táxi por volta das quatro horas da tarde, e ao entrarem dentro do veículo cometeram o crime.



Brittany teria tentado seduzir o motorista, que não teria dado atenção para as suas investidas. Foi quando o companheiro da mulher pegou uma faca e começou a apontá-la para o homem sob ameaça de matá-lo. Dessa maneira a vítima foi obrigada a parar em um lugar reservado e ainda sob ameaça teve que manter relações sexuais com a jovem. Segundo consta no inquérito ele foi deliberadamente obrigado através de ameaça de força a ter relações sexuais com a mulher que parecia fora de si. A terceira pessoa que estava no carro parece não ter se envolvido com o crime diretamente apesar de tê-lo testemunhado.

Depois do ato de violência os três teriam ainda roubado do motorista a quantia de trinta e dois dólares em dinheiro que estavam em seu bolso. Somente depois do roubo eles teriam deixado o veículo e fugido. A #Polícia foi acionada e compareceu ao local, para entender o que havia ocorrido. Um boletim de ocorrência foi registrado e um inquérito aberto contra os agressores. Os criminosos foram identificados através das características físicas dadas pelo motorista que sofreu a agressão, e mandatos de prisão foram emitidos contra eles.

Segundo os investigadores do caso, a mulher já era conhecida da polícia, e já tinha sido indiciada pelo menos duas vezes sob acusação de tráfico de drogas. Ela conseguiu ser identificada e localizada pelos agentes e levada sob custódia pelos dois crimes de primeiro grau. Já Jackson ainda não conseguiu ser localizado pela polícia permanece foragido e vem sendo procurado pelos investigadores. A terceira pessoa envolvida do dia do ocorrido não terá acusações contra ela, a medida que não existe comprovações de sua participação efetiva do crime. Brittany deve aguardar a determinação de sua sentença na justiça em detenção. A polícia agora tenta localizar seu comparsa, juntos eles responderão pelo crime de estupro e roubo.


R7

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

'Vamos todos morrer': EUA avaliam baixas em possível guerra com Coreia do Norte



No Ocidente se iniciou a concorrência pelo título de objetivo principal de um míssil norte-coreano. Nos EUA estão adivinhando que cidade será atacada primeiro, enquanto os países da Otan se sentem injustamente esquecidos.
"As palavras já não lhes bastam e ele estão lançando mão de cenários", destaca o analista do serviço russo da Rádio Sputnik Mikhail Sheinkman.
Ele aponta aos pressupostos que soam entre os norte-americanos: 300 mil vítimas logo nos primeiros dias de conflito, 10 mil projetis por minuto são lançados pela artilharia de Pyongyang, se segue o envolvimento dos EUA no conflito, o que provocaria a mobilização dos seus efetivos na Coreia do Sul, foguetes-portadores norte-coreanos levam ogivas nucleares para sobre o território norte-americano, uma explosão provoca um pulso eletromagnético, o que pode resultar na morte da maioria da população…
Para o autor, essas suposições apenas impulsionam Pyongyang a agir e até lhe propõem várias opções de como atacar os EUA de modo mais eficaz possível.
"É só que esperar um pouco e eles vão explicar exatamente como as ogivas nucleares podem ser levadas para a proximidade dos EUA. Pyongyang, como afirmam nos EUA, já conseguiu resolver isso. Mas, se Washington apresentar outro jeito, por que não o usar?", ironiza Sheinkman.
Parece que foi desenrolada uma luta bem séria pelo título de primeiro objetivo da ameaça norte-coreana, continuou. O portal Business Insider acredita que bastaria um só ataque contra uma das cidades norte-americanas. O secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, por sua vez, se sente esquecido e, como se desse a dica, alude que um míssil norte-coreano pode atingir qualquer membro da Aliança.
"Os países da Aliança parecem não manifestar grande desejo de provocar Kim Jong-un […] Mas Stoltenberg atua como se estivesse se pondo a jeito. Tudo isso porque eles acreditam mais na capacidade de Pyongyang atacar do que na dos EUA se defenderem. O chefe do Pentágono pode falar quanto quiser sobre uma resposta maciça, mas no Congresso se ouve: 'Vamos todos morrer'", resumiu o analista russo.
A tensão entre Pyongyang e Washington aumentou depois das manobras conjuntas da Coreia do Sul e EUA para treinar um ataque contra Coreia do Norte em caso de guerra. A Coreia do Norte se sentiu ameaçada e passou a aumentar seu potencial de mísseis e nuclear.

Bitcoin é uma bolha real, diz Warren Buffett

Warren Buffett, CEO da Berkshire Hathaway Inc.: Warren Buffett: críticas à bitcoin

São Paulo — Considerado um dos melhores investidores do mundo, Warren Buffettclassificou o mercado de bitcoins como uma “bolha real”.
“As pessoas ficam entusiasmadas com grandes movimentos de preços e Wall Street se adapta”, disse Buffett.
De acordo com o site MarketWatch, Buffett  tocou no assunto durante uma sessão de perguntas e respostas com estudantes de negócios, realizada em Omaha (EUA) no início deste mês.
Os jovens tinham a liberdade de perguntar sobre qualquer tema. Obviamente, a mais famosa das moedas virtuais não foi esquecida.
bitcoin valorizou mais de 500% desde o começo do ano e seu valor de mercado já ultrapassou os 90 bilhões de dólares.
Sobre isso, Buffet criticou a ideia de aplicar valor a uma moeda digital. “Você não pode valorizar a bitcoin porque ela não é um recurso de produção de valor”, disse.

Entenda o que é bitcoin

bitcoin é uma moeda, assim como o real ou o dólar, mas bem diferente dos exemplos citados. O primeiro motivo é que não é possível mexer no bolso da calça e encontrar uma delas esquecida. Ela não existe fisicamente, é totalmente virtual.
O outro motivo é que sua emissão não é controlada por um Banco Central. Ela é produzida de forma descentralizada por milhares de computadores, mantidos por pessoas que “emprestam” a capacidade de suas máquinas para criar bitcoins e registrar todas as transações feitas.
No processo de nascimento de uma bitcoin, chamado de “mineração”, os computadores conectados à rede competem entre si na resolução de problemas matemáticos. Quem ganha, recebe um bloco da moeda.
O nível de dificuldade dos desafios é ajustado pela rede, para que a moeda cresça dentro de uma faixa limitada, que é de até 21 milhões de unidades até o ano de 2140.
Esse limite foi estabelecido pelo criador da moeda, um desenvolvedor misterioso chamado Satoshi Nakamoto. De tempos em tempos, o valor da recompensa dos “mineiros” também é reduzido.
Quando a moeda foi criada, em 2009, qualquer pessoa com o software poderia “minerar”, desde que estivesse disposta a deixar o computador ligado por dias e noites. Com o aumento do número de interessados, a tarefa de fabricar bitcoins ficou apenas com quem tinha super máquinas. A disputa aumentou tanto que surgiram até computadores com hardware dedicado à tarefa, como o Avalon ASIC.
Além da mineração, é possível possuir bitcoins comprando unidades em casas de câmbio específicas ou aceitando a criptmoeda ao vender coisas. As moedas virtuais são guardadas em uma espécie de carteira, criada quando o usuário se cadastra no software.
Depois do cadastro, a pessoa recebe um código com letras e números, chamado de “endereço”, utilizado nas transações. Quando ela quiser comprar um jogo, por exemplo, deve fornecer ao vendedor o tal endereço. As identidades do comprador e do vendedor são mantidas no anonimato, mas a transação fica registrada no sistema de forma pública. A compra não pode ser desfeita.
Com bitcoins, é possível contratar serviços ou adquirir coisas no mundo todo. O número de empresas que a aceitam ainda é pequeno, mas vários países, como a Rússia se movimentam no sentido de “regular” a moeda. Em abril deste ano, o Japão começou a aceitar bitcoins como meio legal de pagamento. O esperado é que até 300 mil estabelecimentos no Japão aceitem, até o final do ano, este tipo de dinheiro.
Por outro lado, países como a China tentam fechar o cerco das criptomoedas, ordenando o fechamento de várias plataformas de câmbio e proibindo a prática conhecida como ICO (initial coin offerings), uma espécie de abertura de capital na bolsa, mas feita com criptomoedas (entenda melhor).
O valor da bitcoin segue as regras de mercado, ou seja, quanto maior a demanda, maior a cotação.
Arquivado em: MERCADOS

domingo, 22 de outubro de 2017

O fim do califado do EI 'está próximo', diz Trump

Donald Trump


Após a retomada da cidade síria de Raqa, "o fim do califado do (grupo extremista) Estado Islâmico está próximo", declarou neste sábado (21) em comunicado o presidente americano, Donald Trump.
Essa vitória da aliança dominada pelos curdos, aliados de Washington, anuncia uma "nova fase" para a Síria, acrescentou o presidente.
"Com a libertação da capital do Estado Islâmico e a grande maioria do seu território, o fim do califado do Estado Islâmico está próximo", escreveu Trump.
"Vamos transitar rapidamente para uma nova fase na qual apoiaremos as forças locais de segurança, faremos a violência diminuir na Síria e criaremos as condições para uma paz duradoura, para que os terroristas não voltem a ameaçar a nossa segurança coletiva", disse Trump.
A conquista de Raqa, a antiga "capital" do EI no território sírio, é a última vitória das Forças Democráticas Sírias (FDS), uma aliança anti-extremista dominada pelos curdos, que conta com o apoio aéreo americano.
Desde 2015, as FDS expulsaram o EI de várias regiões, impondo-se como uma força ineludível na luta contra a organização extremista.
Porém, se os americanos se retirarem agora que o califado do EI foi derrubado, essas forças podem se aproximar do regime de Bashar Al Assad e, consequentemente, da Rússia, em um país dividido pela guerra.



Menina joga garrafa ao mar e recebe resposta 29 anos depois

Menina joga garrafa ao mar e recebe resposta 29 anos depois: Recipiente com mensagem foi jogado na Carolina do Sul e chegou até o estado da Geórgia

Uma carta escrita em 1988 e jogada no oceano em uma garrafa, finalmente foi encontrada e respondida. "Oi! Meu nome é Miranda Daws Moss, tenho oito anos. Estou no 3º ano. Meu endereço é […] Se encontrar esta carta, por favor, me escreva…" – esta mensagem foi rabiscada por uma menina, Miranda, da Carolina do Sul (EUA). Ela a selou em uma garrafa que jogou no oceano Atlântico em 1988, esperando dessa forma tão romântica encontrar novos amigos.
Vinte e nove anos depois, para sua grande surpresa, a mulher, que assegurou se ter esquecido da carta há muito tempo, recebeu uma resposta, informou a CBS News. Miranda supôs que a garrafa poderia ter sido engolida pelo furacão Hugo menos de um ano depois de ela a ter jogado no oceano.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Governo da Espanha avança para intervenção da autonomia da Catalunha

O plebiscito havia sido proibido pelo Tribunal Constitucional da Espanha, que considerava as circunstâncias da votação ilegais


O governo da Espanha anunciou nesta quinta-feira (19) que continuará a aplicação do artigo 155, que permite intervir nos assuntos de uma região, ao ficar insatisfeito com a resposta do presidente da Catalunha, Carles Puigdemont, que disse que a declaração de independência não foi votada.
Às 10h (6h de Brasília) venceu o prazo final para que Puigdemont esclarecesse para o governo conservador de Mariano Rajoy se declarou a independência da região em uma confusa sessão no Parlamento catalão.
Em sua resposta, o líder separatista afirmou que, "se o Governo do Estado persistir em impedir o diálogo e continuar a repressão, o Parlamento da Catalunha poderá, se julgar oportuno, votar a declaração formal de independência que não votou no dia 10".
Rajou não se deu por satisfeito e convocou para sábado (21) um conselho de ministros para avançar nos trâmites para intervir na administração da região.
O governo espanhol constatou "a negativa do presidente da Generalitat da Catalunha a responder o requerimento e, em consequência, continuará os trâmites previstos no artigo 155 da Constituição para restaurar a legalidade na Catalunha", afirmou o governo em um comunicado, em referência ao texto que permite exercer as competências de uma autonomia, caso esta não cumpra as leis.
A nota oficial diz ainda que "o governo usará todos os meios a seu alcance para restaurar o quanto antes a legalidade e a ordem constitucional, recuperar a convivência pacífica entre cidadãos e frear a deterioração econômica provocadas pelo desafio independentista".
O requerimento do Executivo central submetido ao presidente catalão o estimulava a desistir de suas ambições separatistas e esclarecer (com um "sim", ou "não") se havia declarado a independência.
Não há resposta do governo catalão ao anúncio de Madri, mas os deputados da coalizão Junts pel Sí, do presidente Puigdemont, e da CUP, que formam a frente separatista no Parlamento catalão, estavam reunidos para decidir os próximos passos.
- Aplicação do 155 levará dias -
A Espanha é um país muito descentralizado, e a Constituição adotada em 1978 confere às suas 17 comunidades autônomas amplos poderes nas áreas de saúde e educação, por exemplo.
Inclui, porém, um dispositivo que permite ao poder central a intervenção direta em uma região no caso de crise.
Na questão da Catalunha, a crise mais grave desde o retorno da democracia à Espanha, o Tribunal Constitucional decidiu que o referendo de autodeterminação organizado pelo Executivo catalão em 1º de outubro foi inconstitucional.
Os separatistas afirmam que venceram a consulta com 90,18% dos votos e prometeram uma declaração unilateral de independência. Ela se encontra em um limbo no momento.
O artigo 155 diz que o governo central "pode adotar as medidas necessárias" para forçar uma comunidade autônoma a cumprir suas obrigações. Sua aplicação requer uma adoção no Conselho de Ministros e a subsequente aprovação do Senado. Esse trâmite pode se estender por vários dias.
Rajoy viaja nesta quinta-feira para Bruxelas, onde participa de uma cúpula europeia.
No primeiro prazo dado pelo governo e encerrado na segunda-feira, Puigdemont se limitou a oferecer o diálogo.
"Não se pode dialogar com quem está fora da lei e da Constituição", reagiu o chefe do governo espanhol na quarta-feira (18).
O artigo 155 faria o governo central assumir a administração da Catalunha, destituir as autoridades regionais e tomar o controle de sua Polícia, os "Mossos d'Esquadra".
É alto, porém, o risco de se provocar grandes mobilizações e uma instabilidade crescente na região.
Uma fonte do governo espanhol confirmou à AFP que o Executivo espanhol não invocaria o artigo 155 da Constituição, se Puigdemont convocar eleições regionais.
"A única saída que o senhor Puigdemont tem é restaurar a legalidade vigente e, do ponto de vista político, antecipar as eleições", disse na quarta-feira o líder do maior partido da oposição, o socialista Pedro Sánchez, que está em contato permanente com Rajoy para pactuar a resposta ao órgão separatista catalão.
No campo separatista, os aliados parlamentares de Puigdemont, a CUP, exigem que proclame imediatamente a independência. Seus dez deputados são essenciais para a sobrevivência do governo catalão.
Leia a carta do presidente catalão e a resposta do governo espanhol

- Carta de Puigdemont a Rajoy -
"Prezado Presidente Rajoy:
O povo da Catalunha, no dia 1º de outubro, decidiu pela independência em um referendo com o aval de uma elevada percentagem dos eleitores. Uma percentagem superior à que permitiu ao Reino Unido iniciar o processo do Brexit".
"Em 10 de outubro, o Parlamento celebrou uma sessão com o objetivo de avaliar o resultado do referendo e seus efeitos; e foi onde propus deixar em suspenso os efeitos daquele mandato popular".
"Disse para favorecer o diálogo [...]. Nesse sentido, em minha carta de segunda-feira, propus fazer uma reunião que ainda não foi atendida".
"Tampouco foi atendido o pedido de reverter a repressão. Ao contrário, aumentou e comportou a ida para a prisão do presidente da Òmnium Cultural e do presidente da Assembleia Nacional Catalã, entidades de reconhecida trajetória cívica, pacífica e democrática".
"Esta suspensão continua vigente".
"Que a única resposta seja a suspensão da autonomia indica que não se está consciente do problema e que não se quer conversar".
"Se o Governo de Estado persiste em impedir o diálogo e continua com a repressão, o Parlamento da Catalunha procede, se achar oportuno, à votação da declaração formal de independência, a qual não se votou no dia 10 de outubro".
- Resposta do governo Rajoy -
"O Governo da Espanha constatou, às 10 horas desta manhã, último prazo estabelecido, a negativa do presidente da Generalitat da Catalunha a atender ao requerimento que lhe foi enviado em 11 de outubro passado".
"Em consequência, o Governo da Espanha continuará com os trâmites previstos no artigo 155 da Constituição para restaurar a legalidade no autogoverno da Catalunha".
"No próximo sábado, o Conselho de Ministros, reunido de forma extraordinária, aprovará as medidas que levará ao Senado a fim de proteger o interesse geral dos espanhóis, entre eles os cidadãos da Catalunha, e restaurar a ordem constitucional na Comunidade Autônoma".
O Governo "denuncia a atitude mantida pelos dirigentes da Generalitat de buscar, deliberada e sistematicamente, o enfrentamento institucional, apesar do grave dano que se está causando à convivência e à estrutura econômica da Catalunha".
"O Governo disporá de todos os meios a seu alcance para restaurar o quanto antes a legalidade e a ordem constitucional, recuperar a convivência pacífica entre cidadãos e frear a deterioração econômica que a insegurança jurídica está causando na Catalunha".



terça-feira, 17 de outubro de 2017

WhatsApp anuncia novo recurso: Localização Atual

O WhatsApp anunciou mais um recurso para que os usuários possam compartilhar com seus contatos e grupos. A Localização Atual permite, de maneira simples e segura, informar as pessoas onde você está por um determinado período e em tempo real.
Leia mais: 
WhatsApp é o app de rede social mais usado pelos internautas brasileiros
A novidade – que chegará aos celulares aos poucos, nas próximas semanas – funciona de forma simples. Primeiro, deve-se abrir uma conversa com o contato ou grupo com quem desejar compartilhar. Sob “Localização”, no botão anexar, há a nova opção de “Compartilhar Localização Atual”. Aí, é só escolher por quanto tempo deseja compartilhá-la e toque em enviar.
Cada membro da conversa conseguirá ver sua localização em tempo real em um mapa. Se mais de uma pessoa compartilhar sua localização em um grupo, todas as localizações aparecerão no mesmo mapa. Assim como todo o conteúdo enviado no WhatsApp, a novidade também possui criptografia ponta-a-ponta e permite que o usuário controle com quem quer dividir sua localização e por quanto tempo.
Veja, abaixo, imagens de como funciona a Localização Atual.

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domingo, 15 de outubro de 2017

Acredite se quiser: Arquivo X vai voltar mais uma vez em 2018.

Acredite se quiser: Arquivo X vai voltar mais uma vez em 2018
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A notícia passou despercebida no meio da avalanche de novidades exibidas na Comic Con de Nova York, que aconteceu no fim de semana passado, mas o fato é que o canal norte-americano Fox anunciou que uma de suas crias mais clássicas...

Que o final da temporada passada foi apenas uma alucinação não é propriamente uma boa notícia, mas um jeito bobo de resolver um beco sem saída que tiraria toda o prumo e o charme original da série. Em vez disso, o tema da nova tem... - Veja mais em 




quinta-feira, 12 de outubro de 2017

INTERNACIONAL

Trump oferece pêsames após ataque em Las Vegas






O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi informado sobre o ataque a tiros em Las Vegas, afirmou a Casa Branca nesta segunda-feira, e Trump ofereceu seus pêsames às vítimas, revela o Terra.
“Minhas mais afetuosas condolências e solidariedade às vítimas e às famílias do terrível ataque em Las Vegas”, disse Trump no Twitter.
A porta-voz, Sarah Sanders, disse que a Casa Branca está monitorando de perto a situação e ofereceu apoio total a autoridades locais e do Estado.
02/10/2017



INTERNACIONAL

Ucrânia anula pena de 13 anos dada a brasileiro por terrorismo