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domingo, 26 de julho de 2026

Léo Magalhaes se apresenta em Tianguá-CE

O cantor Léo Magalhães divulgou sua agenda oficial de apresentações para o mês de julho e Tianguá aparece entre as cidades confirmadas. De acordo com o cronograma, o artista tem show marcado para o dia 30 de julho, data que chamou a atenção da população e movimentou as redes sociais. A confirmação da apresentação gerou especulações de que o show possa fazer parte da programação de comemoração do aniversário de emancipação política de Tiangua. Até o momento, no entanto, a Prefeitura ainda não anunciou oficialmente a programação festiva nem confirmou a contratação do artista. Caso a apresentação seja oficializada pelo município, Léo Magalhães será uma das principais atrações das festividades deste ano. A expectativa agora é pela divulgação da programação completa por parte da administração municipal, que deverá esclarecer se o cantor fará parte das comemorações alusivas ao aniversário da cidade.

sábado, 6 de junho de 2026

influenciador Mayk Leão registrou luzes misteriosas no Paraná

O caso recente mais comentado no Brasil ocorreu no final de maio e início de junho em Campo Largo, região metropolitana de Curitiba (PR). O influenciador Mayk Leão registrou luzes misteriosas no céu e movimentações incomuns, gerando grande repercussão nas redes sociais e atraindo a atenção de ufólogos.O Caso no ParanáO relato teve início no dia 31 de maio, quando Mayk Leão filmou agrupamentos de luzes e um objeto maior com luzes vermelhas em uma área de mata. O episódio foi amplamente divulgado e até discutido por celebridades na internet.Após a repercussão do caso, surgiram registros adicionais de internautas apontando luzes no mar do litoral paranaense.Para ver os vídeos gravados no Paraná e conhecer os detalhes deste relato que movimentou a internet ovnis noticias recentes O caso recente mais comentado no Brasil ocorreu no final de maio e início de junho em Campo Largo, região metropolitana de Curitiba (PR). O influenciador Mayk Leão registrou luzes misteriosas no céu e movimentações incomuns, gerando grande repercussão nas redes sociais e atraindo a atenção de ufólogos.O Caso no ParanáO relato teve início no dia 31 de maio, quando Mayk Leão filmou agrupamentos de luzes e um objeto maior com luzes vermelhas em uma área de mata. O episódio foi amplamente divulgado e até discutido por celebridades na internet.Após a repercussão do caso, surgiram registros adicionais de internautas apontando luzes no mar do litoral paranaense.Para ver os vídeos gravados no Paraná e conhecer os detalhes deste relato que movimentou a internet:Um novo relato envolvendo um suposto objeto voador não identificado,Itatiaia - A Rádio de Minas0:51Posição Oficial das AutoridadesAté o momento, não há confirmação oficial sobre a origem dos objetos.Força Aérea Brasileira (FAB): Informou que, no dia do relato do influenciador, nenhum objeto foi captado pelos radares de defesa aérea e nenhum tráfego incomum foi reportado pelos aeroportos locais.Governo: Documentos falsificados que circulavam na internet afirmando que a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) havia convocado o influenciador foram desmentidos.Para mais informações sobre o histórico de registros ufológicos no Brasil e no estado, você pode conferir as reportagens publicadas no portal ⁠g1 ou na matéria especial do portal ⁠Aventuras na História.Se você tem interesse em relembrar outros casos ufológicos históricos no estado do Paraná e entender o contexto desses avistamentos: Muitos estao em duvida se é ou não é um OVNI. E vocé acredita ? deixe sua opniao .

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023

Briga em voo da Gol em Salvador começou após mãe deixar filho no assento de outra pessoa

Vídeos que mostram gritos e puxões de cabelo entre passageiras dentro de aeronave viralizaram nas redes sociais. Áudio de um comissãrio de bordo da Gol ao qual o g1 teve acesso diz que passageira 'não teve empatia' com mãe que deixou filho no assento errado.
Vídeos que mostram gritos e puxões de cabelo entre passageiras dentro de aeronave viralizaram nas redes sociais. Áudio de um comissãrio de bordo da Gol ao qual o g1 teve acesso diz que passageira 'não teve empatia' com mãe que deixou filho no assento errado. A briga entre passageiros de um voo que saía de Salvador com destino a São Paulo, que viralizou nas redes sociais na quinta-feira (2), começou após uma mulher colocar o filho para sentar na poltrona de outra pessoa. A informação foi dada por um dos comissários de bordo da companhia em um áudio ao qual o g1 teve acesso. O funcionário estava na aeronave no momento da confusão. A reportagem não entrou em contato com as pessoas envolvidas na briga. O nome delas não foi divulgado pela Gol, que também não informou qual foi o motivo da confusão.

Morre integrante da banda de forró que sofreu acidente em MT

Eber Cardozo ficou 68 dias internado após sofrer um acidente junto com a equipe em novembro de 2022, na BR-364, em Várzea Grande. Por g1 MT
Morreu no sábado (4) após 68 dias internado, o instrumentista e arranjador da banda de forró Rastapé, Eber Cardozo, no Hospital Salvalus em São Paulo. Eber sofreu um acidente junto com a equipe em novembro de 2022, na BR-364, em Várzea Grande. Outros três integrantes da banda ficaram feridos, mas instrumentista foi o único a ficar em estado grave. O enterro está previsto para o final dessa manhã, no Memorial Jardim Santo André, em São Paulo. Amigos e fãs da banda lamentaram a morte do músico nas redes sociais. O acidente O acidente envolveu três veículos de carga, uma van e um carro. A batida aconteceu próximo ao Trevo do Lagarto, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. A banda voltava para Cuiabá, depois de um show em Tangará da Serra. Onze pessoas ficaram feridas na época. Eber ficou internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Municipal de Cuiabá, antes de ser transferido para o hospital em São Paulo. A banda
A banda Rastapé tem hits como "Colo de Menina”, “Um Anjo do céu”, “Namoro” e “Beijo Roubado”, entre outros sucessos emplacados em oito álbuns, com mais de 2 milhões de discos vendidos, sendo um de ouro e outro de platina, um DVD e dois EPs, que comemoram 23 anos de carreira em shows percorridos em estados do Brasil. O grupo nasceu em 1999, criado pelo acordeonista Jorge Lunguinho, conhecido como Seu Jorge. Formado inicialmente por pai, filhos e neto, naturais da Paraíba, foram para São Paulo, onde cresceu e ganhou destaque nacional.

Paralisação de empresa de ônibus provoca atrasos em 41 linhas que atendem a Zona Norte de SP

Ônibus ficaram paralisados das 4h até 6h30 nesta segunda-feira (6). Motoristas alegaram que fizeram reunião após demissão de funcionários; SPTrans diz que vai registrar boletim de ocorrência. Uma paralisação de funcionários da empresa Viação Sambaíba afetou a operação de 41 linhas de ônibus que atendem a Zona Norte de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (6). As linhas ligam a região Norte às demais da cidade (Leste, Sul, Oeste e Centro). A situação começou a ser normalizada por volta das 8h30. De acordo com os motoristas, houve uma assembleia no período da manhã depois que cinco motoristas foram demitidos e um grupo de outros 20 foi suspenso por infrações e punições. A paralisação foi uma retaliação devido à demissão. Em nota, a SPTrans lamentou os atrasos nas linhas sem aviso prévio aos passageiros. "Descumpriu o prazo legal de 72 horas para comunicação oficial antecipada de paralisação de serviço essencial e prejudicando a população desde as 4h20 desta segunda-feira".
Terminal lotado após paralisação de empresa de ônibus em SP A empresa ainda informou que acionou o sistema Paese para transportar os passageiros afetados e vai registrar boletim de ocorrência para que os envolvidos sejam responsabilizados. "A SPTrans está aplicando, de forma automática, as autuações pelas viagens não realizadas", afirmou, em nota.

domingo, 29 de janeiro de 2023

Tesouro Direto: novo título para aposentadoria, Tesouro RendA+ poderá ser comprado a partir de 2ª-feira

Papel prevê possibilidade de isenção da taxa de custódia para investidores que mantiverem a posição até o vencimento O ano começa com novidades no Tesouro Direto. A partir da próxima segunda-feira (30), o Tesouro RendA+, título público voltado à poupança para a aposentadoria, poderá ser comprado pelos investidores. O Tesouro RendA+ é um título parecido com o Tesouro IPCA+. São papéis que garantem ao investidor uma taxa de juros mais a variação da inflação, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Atualmente, os juros oferecidos nos papéis Tesouro IPCA+ já negociados na plataforma estão acima de 6% ao ano. Com o novo título, o investidor pode planejar uma

sábado, 28 de janeiro de 2023

Real vai acabar? Entenda a proposta de moeda comum entre Brasil e Argentina

 


Nas últimas horas, a proposta de criação do Sur, a moeda comum entre Brasil e Argentina, causou ruídos no mercado financeiro. Contudo, a ideia apresentada pelos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Alberto Fernández não é a de criar uma espécie de "euro latino" por enquanto, mas sim de contar com uma moeda que facilite o comércio entre os países do bloco. Assim, o real e o peso argentino seguirão normalmente na economia dos seus respectivos países.



"Estamos tentando trabalhar para que os nossos ministros da Fazenda, cada um com a sua equipe, possam nos fazer uma proposta de comércio exterior e de transações entre os dois países que sejam feitas em uma moeda comum a ser construída com muito debate e muitas reuniões", disse Lula à imprensa durante um evento na Casa Rosada, sede do governo argentino, nesta segunda (23).


Em um artigo publicado no jornal argentino Perfil, Lula e Fernández argumentaram que a ideia visa reduzir a vulnerabilidade externa dos países para operações financeiras e comerciais. Contudo, para os especialistas ouvidos pelo Suno Notícias, essa parceria pode beneficiar mais os hermanos do que os brasileiros.


Igor Barenboim, sócio e economista-chefe da Reach Capital, destacou que o País vizinho tem muito a ganhar com essa iniciativa: "A Argentina está sem moeda funcional, sem reservas nem crédito no mercado internacional".

Na visão do especialista, caso o projeto vingue, os argentinos contarão com o crédito brasileiro no mercado internacional e não precisarão adquirir dólares americanos para realizar negociações com comerciantes nacionais — atualmente, a Argentina tem baixa reserva de dólar, o que dificulta transações.

"Para o Brasil é interessante ter um esquema de pagamentos/creditício que estimule as nossas exportações para a Argentina. No auge do Mercosul, o Brasil correspondeu a 40% das importações dos hermanos. Hoje, voltamos quase para o patamar pré-Mercosul de 20%. Se o Brasil quer se reindustrializar, precisa arrumar clientes, e eles podem ser os argentinos e outros sul-americanos", complementou Barenboim.

Lenon Rissardi, especialista em investimentos e sócio da GT Capital, destacou que a moeda comum pode melhorar a relação comercial entre os países, mas pode causar uma perda da autonomia econômica dos países que entrarem nesse barco. "Porém, como pouco se sabe sobre a moeda, não há ainda fatos para uma melhor visão dos aspectos negativos da criação da Sur", ponderou.

Fim do real ou um dólar latino? Nem um, nem outro

A história da moeda comum entre Brasil e Argentina ganhou força no domingo (22), quando o jornal Financial Times


antecipou esses estudos e afirmou que a iniciativa poderia criar o segundo maior bloco deste tipo do mundo, atrás apenas da Zona do Euro.

Sergio Massa, ministro da Economia da Argentina, disse ao jornal britânico que os estudos também compreenderiam questões fiscais e o papel dos bancos centrais de ambos os países — o que deu início aos ruídos do caso.

Já Fernando Haddad, ministro da Fazenda do Brasil, afirmou que essa nova moeda virtual não pretende colocar um fim no real nem no peso argentino. Assim, em termos práticos, ela não seria uma espécie de "euro latino" nem uma moeda única, e sim uma moeda comum.

Nicolás Gadano, economista e ex-gerente geral do Banco Central da Argentina, disse ao Suno Notícias que a discussão desse tema para os hermanos está atrelada ao desejo local de "ter uma moeda", tendo em vista a crise econômica que o nosso vizinho atravessa. Lá, a inflação dos últimos doze meses fechou em alta de 94,8%.

"Os anúncios e a fantasia em torno deles, vistos pelo nosso espectro, é de que o projeto possa ser uma ferramenta para estabilizar a economia argentina. Ao adotar a moeda dos nossos vizinhos ou uma moeda comum, pode ser uma ferramenta para uma estabilização econômica e uma redução brusca da inflação argentina", disse Gadano.

Já existem mecanismos para que os países não precisem de dólares em negociações bilaterais. Se tudo isso, que tem um nome tão ambicioso de moeda comum, se traduz simplesmente em um esquema para pagar o comércio, é como se fosse um balão enorme de aniversário que se desinfla e fica murcho.

"Na Argentina, existem expectativas enormes sobre esses anúncios. O Governo está desesperado para conseguir dólares ao nosso Banco Central", entregou o economista.

Na conversa com jornalistas, Lula e Fernández destacaram que o debate sobre a moeda comum encontra-se em estágio inicial e seguirá na pauta dos países.

Proposta de moeda comum não tem relação com moeda nacional, diz Galípolo

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Gabriel Galípolo, afirmou que o que está sendo proposto com o acordo bilateral entre Argentina e Brasil é o início de um estudo de moeda única para trocas comerciais entre os dois países diante da restrição de acesso do país vizinho ao dólar. Em entrevista à GloboNews, Galípolo refutou, como fizeram outros integrantes do governo desde o domingo, que a ideia seja a criação de uma moeda única, como o euro, que substituiria o peso e o real.

"O ponto principal é a dificuldade que existe de aceitar pesos no comércio internacional. O problema hoje no comércio entre Brasil e Argentina é depender de moeda de um terceiro país", disse Galípolo.

"Restrição de dólar pode comprometer comércio entre Brasil e Argentina e com a região. Estamos construindo soluções para recuperar espaço que perdemos com restrições de acesso da Argentina", completou o número 2 da Fazenda.

O secretário-executivo reforçou que a ideia não é depender da baixa aceitabilidade do peso, mas criar uma nova forma de pagamento, que funcionaria como uma espécie de clearing. Ele também repetiu, como mostrou o Broadcast mais cedo, que o financiamento para importadores argentinos seria apenas para a compra de produtos brasileiros e condicionado a garantias reais. "A algum tipo de ativo que tenha valor no mercado e seja conversível em reais ou outra moeda conversível", explicou.

Indústria brasileira e crédito

Gabriel Galípolo disse ainda que a indústria brasileira vem sentindo a ausência de apoio de crédito para vender para a Argentina. "Essas indústrias vêm sentindo a perda de importância relativa na relação comercial com esse nosso parceiro estratégico", afirmou. "Procuramos uma forma sobre como o Estado poderia atuar justamente para destravar essas relações entre os países", acrescentou.

Segundo o secretário-executivo, é preciso primeiro estruturar o trabalho para tentar superar as restrições de divisas internacionais para o principal parceiro do Brasil, inicialmente com crédito à exportação com estrutura de garantias e depois detalhar uma ideia de uma clearing. "Tentamos fazer com que fosse algo o mais próximo possível de uma operação estruturada, para que seja uma operação mais assemelhada o possível com uma operação de mercado, justamente para precaver de todos os riscos existentes", explicou.

Ele fez estes comentários à GloboNews direto da Argentina, onde acompanha o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Galípolo foi questionado sobre se Lula não teria se precipitado sobre alguns negócios que poderiam ter sido acertados diretamente pelos industriais dos dois países. O secretário-executivo brincou com a hierarquia dos cargos: "O presidente jamais se precipita. A equipe econômica é que se atrasa, eventualmente", disse, rindo.

O secretário disse que, antes de anunciar a intenção de se criar uma moeda comum com o país vizinho, foi consultar entidades de classe, em especial da indústria e da manufatura, para estudar a viabilidade desses mecanismos planejados pela Fazenda para garantia e crédito para a exportação. "Para o exportador brasileiro, o risco é não receber em reais por causa da conversibilidade. O que estamos tentando fazer é superar esse risco."

No início, de acordo com Galípolo, a ideia é solicitar garantias para esse crédito para exportação brasileira/importação argentina. Depois, a intenção é pensar em sistemas de compensação entre esse comércio, que precisa de uma unidade de conta e de um meio de troca obrigatoriamente. "A ideia é ter uma moeda comum, que é uma moeda com a qual, virtualmente, se poderá fazer a clearing, ou seja, o saldo final desse comércio. Isso é essencial. Se eu tiver de fazer via dólares, enquanto meio de pagamento, vou estar sempre condicionado e determinado pela política monetária norte-americana", disse, explicando rapidamente que não há nada de errado nessa posição dos Estados Unidos, mas que é preciso evitar limitantes para o Brasil.